acrescimento

ou a sabedoria do caracol

Arquivo de Setembro, 2012

Biclas de carga

 

Já tinha ouvido algumas notícias que davam conta desta tendência, mas este artigo expõe muito bem o que se passa por essa Europa fora.

E tem tantas imagens sugestivas, que não vou traduzir este também: para o ler, clicar aqui.

Anúncios

O movimento “post-growth” na Alemanha

 

Não é só nos países ditos “em crise” franca que as mentalidades começam a mudar.

Os meus caríssimos amigos leitores que me desculpem, mas desta feita não traduzi o artigo: para ler, em inglês, as boas novas que chegam com os ventos de Norte, é favor clicar aqui.

Nuestros hermanos

(Utilização de Turutas, a moeda local na vila piscatória catalã. Foto de Angel Navarrete)

artigo começa assim:

“Com a recessão económica da Espanha a aprofundar, é expectável que as condições para as pessoas neste país piorem, na sequência da aplicação de medidas de austeridade que cortam cada vez mais na sobrevivência da economia do dia a dia, conforme relata a Reuters na passada terça-feira. No entanto, enquanto muitos economistas se engalfinham com os números, na procura de sinais de esperança para o renascimento do mercado livre, cada vez mais pessoas em Espanha se começaram a virar para sistemas alternativos de moeda, ou para economias paralelas livres do Euro – substituindo o fantasma de uma recuperação neoliberal em troca de um novo rumo.”

Fala de seguida das formas alternativas de trocas e de sobrevivência que vão “emergindo das fendas do capitalismo”, permitindo que as pessoas a praticar permutas e a viver fora de sistemas baseados em moedas em falência, num momento em que o futuro do euro está em dúvida e milhões estão desempregados: bancos de tempo implementados por todo o país,  um exemplo de um sítio na internet, na zona de Málaga, que permite aos indivíduos ganhar dinheiro e comprar produtos utilizando uma moeda virtual, outro exemplo na vila piscatória de Vilanova i la Geltru (Catalunha), em que os residentes se encontram a experimentar uma moeda local, utilizada nas lojas locais, com um valor ligeiramente superior ao do Euro…

Citando o Washington Post, refere que “Estas experiências visam levar as comunidades de volta a um tempo em que bens e serviços eram alvo de permutas, antes de coisas como taxas de juros, a especulação no mercado e outros derivados tornassem o mundo financeiro complicado.”

São atualmente mais de 325 iniciativas deste tipo, envolvendo já dezenas de milhares de pessoas, que estão a criar cooperativas, uniões de crédito, bancos comunitários, quintas orgânicas e a recuperar fábricas. Tudo a nível local.

Portugal Glocal

Mais uma iniciativa que nos vai mostrando um caminho alternativo: GLOCAL – Pensar Global, Agir Local.

Ver aqui.

Dois dias de partilha de ideias que me parecem muito interessantes, já a 11 e 12 do próximo mês  de outubro.

Tenho muita pena de não poder ir a Seia nestes dias, mas fica o registo, porque me animou o espírito!

E falarão (também) do decrescimento.

🙂

Novo vídeo, ideias consolidadas

“Mais do mesmo”, podem alguns pensar…

Talvez, mas está tudo aqui. E com uma animação bem conseguida: