acrescimento

ou a sabedoria do caracol

Arquivo de Agosto, 2013

Homem, senhora e criança…

Cosmetics

O mundo dos cosméticos é um mundo tóxico e, embora se alegue que são quantidades pequenas em cada tipo de produto, tem efeitos cumulativos ao longo do tempo… Isto para não falar do consumismo excessivo que lhe está associado.

Não temos grande hipótese de lhe fugir, se queremos efeitos imediatos, mas dá que pensar.

Para quem te coragem de ver o que andamos a pôr cá dentro de nós, um videozinho sucinto (cerca de 8 min.) muito ilustrativo, sem aquelas imagens catastróficas típicas de vídeos apocalípticos:

(as legendas estão pequenitas, mas podem ver direto no YouTube)

E, para quem tem ainda lhe resta a coragem de ir mais além, uma ligação cheia de informação útil sobre os químicos que aparecem nas listas de ingredientes AQUI.

Há atualmente inúmeros sites com receitas caseiras à base de ingredientes naturais.
Mas são muitos, é um mundo a explorar consoante as necessidades de cada um, pelo que fico por aqui.

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Reclassificação de antiguidades…

Vintage

A energia da terra

Faz amanhã um mês que estive no 1º Seminário da Plataforma Portuguesa de Geotermia Superficial.

É um conceito relativamente simples de explicar, mesmo para quem não esteja familiarizados com as temáticas da geociência e da termodinâmica: veja-se a figura seguinte.

PPGSdiagrama

A Geotermia de Baixa Entalpia aproveita o facto do terreno ter, até cerca de 200 m de profundidade, uma temperatura estabilizada entre os 15ºC e os 20ºC. Este é um tipo de aproveitamento energético que está a dar os primeiros passos em Portugal e que se pode aplicar a várias escalas: desde uma pequena moradia a instalações fabris, com a grande vantagem de ser uma energia “limpa”, (quase) infinita e, por isso, com um impacto no meio ambiente quase nulo, ao contrário dos combustíveis fósseis.

Este meu artigo foi inspirado neste.

E recomendo um outro artigo no mesmo blog aqui,  interessante para quem tem curiosidade de saber um pouco mais.

E, para aceder à página da plataforma, ir aqui.

Empreendedorismo…

Os pequenos negócios, de preferência locais, são, na minha opinião, a esperança num futuro mais risonho. Para tal, é preciso quem aposte neles, quem arrisque.

Mas…

“… mortalidade infantil de empreendedores é produto dos níveis colossais de ignorância acerca de como construir e sustentar negócios.”

“… embora os “traços de carácter” que apoiam o empreendedorismo – coragem, tolerância ao risco, resiliência, persistência – não possam ser ensinados, o método de construir negócios pode e deve ser ensinado.”

“… Se eles produzirem algo de valor que os seus clientes queiram, podem construir negócios estáveis. Poderão não crescer 300% ao ano, e talvez nunca se tornem empresas de mil milhões de dólares.  Porém, isso não faz mal.”

“No mundo empresarial gasta-se demasiada energia em negócios de grande crescimento que vão atrás de grandes oportunidades.”

Frases com bom senso que li num artigo intitulado “Como evitar que as boas ideias morram cedo de mais“, que chama a atenção para o facto de haver muita mortandade precoce de pequenos negócios aliada ao “o mito de que o empreendedorismo é equivalente a capital de risco”.

Concordo com a maioria do que lá é dito. Até achei piada à aparentemente contraditória e, por isso, bizarra ideia transmitida no parágrafo “O capitalismo mercantil atingiu os seus limites. O capitalismo democrático e distribuído permitirá que o pêndulo volte atrás e devolverá o poder aos criadores de valor.”

Mas este artigo tem, na minha opinião, um defeito: falta-lhe uma variável muito importante na equação

eMPREEND

Uma variável que tem um valor mínimo sempre superior a zero e que, na maioria dos casos bem sucedidos, não se lhe pode atribuir um valor máximo nem uma constância no tempo: o trabalho.

Para além de ser preciso, para os pequenos negócios existirem, quem aposte neles e quem arrisque abri-los, é fundamental que essas pessoas arregacem as mangas. Sem medos.

Trabalho

(imagem retirada daqui)