acrescimento

ou a sabedoria do caracol

II.iii

o decrescimento como projecto local 

“pensar globalmente, agir localmente. Se a utopia do decrescimento implica um pensamento global, a sua realização começa no terreno”.

pp. 64

inventar a democracia ecológica local

“A dimensão já não é um problema topográfico, mas social (…) o decrescimento não é um regresso à carga comunitária (da pequena família nuclear, do bairro das classes altas, do egoísmo regional), mas um refazer orgânico do local (permitir às pessoas estarem mais em conjunto, tal como acontecera até aos anos 60, graças às escolas de aldeias e aos cinemas de bairro, em vez de passarem a vida no ‘vaivém’ dos complexos escolares, zonas industriais e grandes superfícies das periferias)”

pp. 68

reencontrar a autonomia económica local

“Regionalizar e voltar a incrustar a economia na sociedade local preserva o ambiente, que, em última análise, é a base de qualquer economia, abre a cada um uma abordagem mais democrática da economia, reduz o desemprego, reforça a participação (e, portanto, a reintegração) e fortalece a solidariedade, oferece novas perspectivas aos países em desenvolvimento e, finalmente, melhora a saúde dos cidadãos dos países ricos, graças ao aumento da sobriedade e à diminuição do stress.”

pp. 72

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